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Governadora Hanna Ghassan
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Governadora Hana Ghassan inicia terceira fase da operação ‘Escudo Feminino’ em todo o Pará.

Iniciativa mobiliza forças de segurança em todas as regiões do Estado para fiscalização de medidas protetivas e reforço no combate à violência contra a mulher A governadora do Pará, Hana Ghassan, lança nesta quinta-feira (18), na Aldeia Amazônica, em Belém, a terceira fase da operação “Escudo Feminino”, ação integrada que mobiliza os órgãos do Sistema Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sieds) para intensificar o enfrentamento à violência contra a mulher em todas as regiões do Estado. Realizada nos dias 18 e 19 de junho, a operação reforça ações de prevenção, atendimento e repressão qualificada, com foco no acompanhamento de medidas protetivas, atendimento prioritário de ocorrências e ampliação do monitoramento de casos de violência doméstica.A governadora Hana Ghassan destacou que a terceira fase amplia a presença do Estado nos municípios e fortalece as ações de proteção às mulheres. “Estamos ampliando o número de agentes e o alcance da operação para reforçar a prevenção, a fiscalização e o acolhimento às mulheres em situação de violência. O nosso recado é claro: no Pará, agressor de mulher será responsabilizado. Mas também queremos que cada mulher saiba que não está sozinha e que pode contar com uma rede preparada para protegê-la, inclusive com ferramentas como o SOS Mulher”, afirmou. A terceira fase dá continuidade ao plano estratégico desenvolvido pelo Governo do Estado para ampliar o alcance das ações de proteção às mulheres paraenses. Atuação integrada em todo o território paraense A operação mobilizará 1.725 agentes de segurança pública em atuação simultânea nos 144 municípios paraenses, com apoio de 522 viaturas de quatro rodas, 15 viaturas de duas rodas, 12 conjuntos operacionais e uma embarcação, que atuará prioritariamente na região da Ilha do Combu. Como diferencial desta terceira fase, será ativada a Sala de Situação do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na sede da Segup, para acompanhamento em tempo real das ocorrências registradas durante os dois dias de mobilização. O modelo, utilizado nas grandes operações integradas do Estado, permitirá monitoramento contínuo das ações em campo, compartilhamento de informações entre os órgãos e maior agilidade na tomada de decisões durante os atendimentos. Durante os dois dias de operação, as equipes atuarão em rondas ostensivas, atividades investigativas, visitas de proteção, fiscalização de medidas protetivas e monitoramento de ocorrências registradas pelo Centro Integrado de Operações (Ciop). As chamadas relacionadas à violência contra a mulher recebidas pelo número 190 terão atendimento prioritário. A Polícia Militar atuará no atendimento de urgência e emergência, realização de visitas de proteção às vítimas, fiscalização de medidas protetivas e cumprimento de mandados, com apoio de unidades especializadas e policiamento ordinário em todas as Regiões Integradas de Segurança Pública. Como parte da estratégia operacional, vão ser realizadas 1.232 visitas de proteção, definidas com base em registros do 190 e informações do Disque-Denúncia. A Polícia Civil reforçará as ações de polícia judiciária com atuação das equipes especializadas para acompanhamento de mulheres assistidas por medidas protetivas, visitas de proteção, averiguação do cumprimento das determinações judiciais e reforço das delegacias para absorção das ocorrências geradas durante a operação. Também estão previstas 180 visitas de fiscalização de medidas protetivas, realizadas com base nas medidas protetivas em vigor. O Corpo de Bombeiros Militar do Pará participa com equipes de resgate e atendimento pré-hospitalar para atuação prioritária nos atendimentos de urgência e apoio às ocorrências de violência doméstica que demandem suporte médico imediato. Já a Polícia Científica atuará com reforço das equipes periciais para garantir maior celeridade na produção de provas materiais, incluindo exames de corpo de delito, perícias relacionadas à violência de gênero e demais procedimentos técnicos necessários ao andamento das investigações. O secretário de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, coronel Ed-Lin Anselmo, destacou o fortalecimento da atuação integrada e o investimento em mecanismos que ampliam o acesso das mulheres à rede de proteção. “A Operação Escudo Feminino reforça que o enfrentamento à violência contra a mulher acontece de forma permanente e integrada. Estamos mobilizando todos os órgãos de segurança para ampliar a prevenção, fortalecer o acolhimento e garantir resposta rápida às vítimas. Ferramentas como o SOS Mulher aproximam ainda mais essas mulheres do atendimento e permitem que o Estado atue com mais agilidade em situações de risco”, ressaltou. O delegado-geral da Polícia Civil, Raimundo Benassuly, destacou que a integração entre os órgãos fortalece a capacidade de resposta do Estado e amplia a proteção às mulheres. “Chegamos à terceira fase com uma atuação ainda mais organizada e integrada, o que permite direcionar melhor nossas ações e fortalecer a rede de proteção. Além da responsabilização dos agressores, seguimos reforçando o acompanhamento das mulheres assistidas e ampliando as ações de conscientização para que a denúncia aconteça cada vez mais cedo”, afirmou. O comandante-geral da Polícia Militar do Pará, coronel PM Ricardo Neves, ressaltou o reforço operacional e a ampliação das ações preventivas em todo o Estado. “A violência contra a mulher muitas vezes acontece de forma silenciosa e exige uma atuação cada vez mais próxima da rede de proteção. Nesta terceira fase, a Polícia Militar amplia o emprego operacional em todas as regiões para fortalecer as visitas de proteção, ampliar os atendimentos e garantir uma resposta rápida às mulheres que precisarem de ajuda”, disse. Monitoramento de agressores A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) ampliará a atuação das equipes voltadas ao monitoramento eletrônico de agressores durante a operação, reforçando o acompanhamento de pessoas submetidas a medidas judiciais relacionadas à violência contra a mulher. A atuação será intensificada por meio da Central Integrada de Monitoramento Eletrônico (Cime), com foco na fiscalização do cumprimento das restrições impostas pela Justiça, acompanhamento dos perímetros de segurança e apoio às forças operacionais diante de possíveis violações das medidas protetivas. A medida acompanha os avanços recentes relacionados ao fortalecimento dos mecanismos de proteção previstos na Lei Maria da Penha e amplia a atuação preventiva para reduzir riscos às mulheres assistidas. Primeiras fases Nas duas primeiras fases da operação, realizadas em abril e maio deste ano, foram registradas 64 prisões e mais de 3,6 mil atendimentos a mulheres em todo o Estado,

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Governadora Hana Ghassan inicia segunda fase da operação ‘Escudo Feminino’ em todo o Pará 

Iniciativa mobiliza quase 900 agentes de segurança em todas as regiões do Estado para fiscalização de medidas protetivas e reforço no combate à violência contra a mulher A governadora do Pará, Hana Ghassan, deu início hoje em todo Estado, a segunda fase da operação “Escudo Feminino”, que está acontecendo em mais de 80 municípios nos dias 18 e 19 de maio. O ponto de partida da operação ocorreu no estacionamento do Mangueirão, em Belém.  A segunda fase dá sequência ao plano estratégico de combate à violência contra a Mulher no Pará, ação prioritária da gestão, destaca a governadora.  “A violência contra a mulher será combatida de forma efetiva. Nosso compromisso é fazer com que as mulheres paraenses se sintam protegidas. Esse também é um recado claro aos agressores: criminoso não terá paz no nosso governo. Faremos quantas operações forem necessárias para proteger as mulheres e a população do nosso estado”, afirmou Hana Ghassan. Ao todo, 894 agentes das Polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), Polícia Científica e demais órgãos vinculados à Secretaria de Segurança Pública participam da força-tarefa. Durante os dois dias de operação, as equipes atuarão em rondas ostensivas, monitoramento, atividades investigativas e fiscalização de medidas protetivas. O atendimento das ocorrências registradas pelo Centro Integrado de Operações (Ciop) também será intensificado, com prioridade para mulheres cadastradas na plataforma “SOS Mulher 190”. O secretário de Segurança Pública, coronel Ed-Lin Anselmo, destacou o reforço das ações integradas de combate à violência contra a mulher em todo o estado. “Estamos com equipes da Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Científica e demais órgãos do sistema de segurança atuando de forma integrada para garantir mais proteção às mulheres. Essa operação é uma demonstração clara de que o Estado não tolera violência contra a mulher e de que os agressores sentirão o rigor da lei”, destacou o secretário. Atuação integrada A operação ocorre de forma simultânea nas 16 Regiões Integradas de Segurança Pública, com reforço das ações nas Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (Deam), ampliação do atendimento pelo 190 e acompanhamento de mulheres com medidas protetivas vigentes. A ação também conta com o emprego de lanchas rosas em Belém e no município de Breves, ampliando o atendimento especializado e fortalecendo as ações voltadas à população ribeirinha. Entre as ações previstas estão 170 visitas de proteção para fiscalização de medidas protetivas, 570 averiguações de ocorrências geradas pelo 190 e visitas técnicas realizadas a partir de chamadas registradas na plataforma SOS Mulher. As chamadas de urgência e emergência registradas pelo 190 terão prioridade de atendimento em tempo real durante toda a operação. O delegado-geral da Polícia Civil, Raimundo Benassuly, destacou a importância da atuação integrada no acompanhamento dos casos e na proteção das vítimas. “A Polícia Civil dispõe das Deams, que são as Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher. Elas são responsáveis por realizar o atendimento às vítimas e também conduzir as investigações dos autores de crimes praticados contra a integridade da mulher”, afirmou o delegado-geral. O chefe do Estado-Maior Geral da Polícia Militar do Pará destacou o reforço do policiamento ostensivo durante a operação em todo o território paraense, com foco no combate à violência contra a mulher. “A Polícia Militar está mobilizada em todo o território paraense para atuar no enfrentamento à violência contra a mulher. São mais de 500 policiais militares e mais de 200 viaturas empregados na operação para reforçar a segurança e demonstrar que o Estado não tolera esse tipo de crime”, afirmou. A Secretaria de Administração Penitenciária atuará por meio da Central Integrada de Monitoramento Eletrônico (Cime), com criação de zonas de exclusão para monitorados pela prática de violência doméstica. O Grupamento de Busca e Recaptura também participará das ações voltadas à localização de foragidos e evadidos do sistema penal. A Polícia Científica do Pará irá garantir prioridade na realização de exames e perícias relacionados aos casos de violência doméstica, tanto na capital quanto no interior do estado. Já o Corpo de Bombeiros Militar permanecerá de sobreaviso para atendimento pré-hospitalar, caso necessário. Primeira fase Na primeira edição da operação “Escudo Feminino”, realizada nos dias 16 e 17 de abril deste ano, foram registradas 23 prisões em flagrante e 2.602 atendimentos a mulheres em todo o Pará. As equipes também realizaram visitas em mais de mil endereços de mulheres com medidas protetivas, além do acompanhamento de novas ocorrências registradas durante a ação integrada. Tecnologia no combate à violência A operação também intensifica as orientações sobre a plataforma “SOS Mulher”.  Lançada em abril pela governadora Hana Ghassan, a plataforma “SOS Mulher – Proteção Sem Palavras” permite atendimento ágil por meio de integração direta com o número 190. Com cadastro prévio no site da Segup, a mulher passa a ser identificada automaticamente ao acionar o serviço de emergência, mesmo sem precisar se comunicar verbalmente. A tecnologia permite o monitoramento em tempo real da localização da vítima, garantindo o envio imediato das equipes ao local da ocorrência.

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Governo do Pará lança SOS Mulher 190 e fortalece combate à violência com atendimento imediato

A plataforma “SOS Mulher-190”,  nova estratégia de proteção voltada ao atendimento de mulheres vítimas de violência, foi lançada pela governadora do Pará Hana Ghassan, nesta quinta-feira (9), em Belém.  A principal inovação da ferramenta é a integração direta com o número 190. A partir do cadastro na plataforma, a mulher passa a ser automaticamente identificada ao acionar o serviço de emergência, garantindo prioridade no atendimento pelas forças de segurança. Durante o lançamento, a governadora, Hana Ghassan, reforçou o posicionamento do Estado no enfrentamento à violência contra a mulher. “Estamos implantando uma estratégia única no Brasil de proteção às mulheres. Diante de uma realidade de violência que não pode ser tolerada, deixamos uma mensagem clara: no Pará, nenhum tipo de violência contra a mulher será aceito. Quem ousar cometer esse tipo de crime vai responder com o rigor da lei”, afirmou a governadora. O secretário de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, Cel Ed-Lin Anselmo, destacou que a ferramenta representa um avanço no uso da tecnologia para fortalecer a proteção às mulheres. “Estamos utilizando a tecnologia como aliada da proteção. O SOS Mulher permite identificar a vítima de forma imediata, inclusive em situações em que ela não consegue falar, garantindo uma resposta mais rápida e eficiente da segurança pública”, destacou o secretário. Atendimento imediato com prioridade Em situações de risco, basta que a vítima ligue para o 190. A identificação é feita automaticamente por meio do número cadastrado, permitindo que a ocorrência seja reconhecida imediatamente pelas equipes de segurança. O atendimento é realizado pelo Centro Integrado de Operações (Ciop), responsável por receber e gerenciar as ocorrências e acionar as equipes em tempo real, garantindo mais agilidade e eficiência na resposta. Proteção sem palavras Outro diferencial da plataforma é a possibilidade de acionamento silencioso. Mesmo sem conseguir falar, a vítima pode ser atendida. Ao ligar para o 190, a localização é identificada em tempo real, permitindo o envio de equipes ao local da ocorrência, independentemente de onde a mulher esteja. A funcionalidade garante proteção mesmo em situações em que a vítima não pode se comunicar, reforçando a segurança e preservando a integridade física. Cadastro simples e acesso facilitado O cadastro na plataforma é simples e pode ser realizado em poucos segundos, permitindo que a usuária tenha acesso imediato ao serviço. A ferramenta também dispensa a necessidade de medida protetiva, ampliando o acesso e garantindo proteção a mulheres que ainda não formalizaram denúncia, mas já se encontram em situação de risco. Rede integrada de proteção A plataforma SOS Mulher passa a integrar as ações já desenvolvidas pelo Governo do Estado, por meio da Segup, no enfrentamento à violência contra a mulher. Ao apresentar a nova ferramenta, a chefe de estado destacou o funcionamento do SOS Mulher e o uso da tecnologia para garantir proteção às vítimas. “O SOS Mulher é uma ferramenta tecnológica que garante proteção silenciosa. Muitas vezes, a vítima não consegue pedir ajuda, e agora, com um único cadastro, basta ligar para o 190, sem precisar dizer uma palavra. A partir dessa ligação, o Estado identifica quem é essa mulher, localiza onde ela está e aciona imediatamente as equipes. É uma ação concreta para garantir segurança e salvar vidas”, destacou. Entre as iniciativas estão o Programa Pró-Mulher Pará, com 39 viaturas e duas lanchas rosas em atuação exclusiva, o Espaço Pró-Mulher Acolhe, com atendimento biopsicossocial, e os totens de atendimento à mulher. O Estado também dispõe de 21 Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (DEAM), além da DEAM Virtual e da Delegacia Especializada em Feminicídio (Defem). Mais proteção para as mulheres Com a nova plataforma, o Governo do Pará amplia a capacidade de resposta da segurança pública e fortalece a rede de proteção às mulheres, garantindo atendimento mais rápido, eficiente e acessível em todo o território paraense. Serviço: O cadastro pode ser realizado no site https://crm.jetcall-crm.com.br/ciop_form_identifica_vitima/Em caso de emergência ligar para 190.

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Estado deflagra na capital operação “Belém Segura” para reforçar presença ostensiva

A ação visa a manutenção dos avanços históricos na segurança pública do Pará e capital O Governo do Pará, por meio da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) em conjunto com órgãos do Sistema de Segurança Pública estadual e municipal deflagrou, neste sábado (21), a operação “Belém Segura” com objetivo de reforçar a presença das forças de segurança em bairros de Belém para coibir a prática criminosa. Foram intensificadas as ações de fiscalizações de estabelecimentos, poluição sonora, trânsito e repressão à crimes patrimoniais. A ação integrada visa a manutenção dos avanços históricos na segurança pública do Pará e capital. Para isso, o Sistema de Segurança Pública (SIEDS) vem realizando a vigilância constante para que o sentimento de segurança da população acompanhe os números estatísticos, afirma o titular da Segup, Ed-lin Anselmo. “A Operação Belém Segura é um compromisso contínuo do governo do Pará em manter a segurança e a ordem na capital. Nosso objetivo é manter a tendência de queda nos índices e garantir que Belém continue sendo uma cidade segura para seus moradores e visitantes. Para isso, estamos reforçando as ações de prevenção e repressão ao crime, com foco nas áreas sensíveis”, afirmou. Ações integradas – Com foco principal em crimes violentos letais intencionais – CVLIs, além de feminicídios, furtos, roubos, poluição sonora, perturbação do sossego, dentre outras condutas ilícitas, as forças de segurança destacaram a fiscalização de bares, restaurantes, veículos com sons automotivos, motocicletas adulteradas, festas sem autorização e, a partir daí, atuar preventiva ou repressivamente quando necessário.

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Polícia Civil prende quatro integrantes de facção criminosa em Belém e Marituba

Ação da Delegacia de Repressão às Facções Criminosas (DRFC) cumpriu mandados de prisão preventiva contra investigados por crime organizado A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão às Facções Criminosas (DRFC), vinculada à Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), com apoio do Grupo de Trabalho de Facções Criminosas (GTF/NIP) e do Departamento de Investigação sobre Narcóticos (DENARC), cumpriu, nos dias 27 e 28, deste mês, mandados de prisão preventiva contra integrantes de facção criminosa com atuação nos municípios de Belém e Marituba. As ordens judiciais resultaram na prisão de quatro investigados, sendo três mulheres e um homem. “Durante as investigações, apuramos que o homem e duas das mulheres integram uma facção criminosa com atuação no município de Marituba, exercendo funções ligadas à operacionalização das atividades ilícitas da organização. Já a quarta investigada exerce função de elevada hierarquia no seio da organização criminosa, no bairro Terra Firme, e encontra-se atualmente recolhida ao sistema penitenciário em razão da prática do crime de homicídio qualificado”, relatou o delegado Augusto Potiguar, titular da DRCO. As medidas cautelares foram decretadas pela Vara de Combate ao Crime Organizado, após manifestação favorável do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), no âmbito de investigação conduzida pela DRCO. Os presos seguem recolhidos no sistema penitenciário, à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar e localizar outros possíveis envolvidos com o crime organizado. A ação representa mais uma operação exitosa da Delegacia de Repressão às Facções Criminosas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil do Estado do Pará no enfrentamento qualificado ao crime organizado e na repressão aos ilícitos praticados por facções criminosas no território paraense. Fonte: Agência Pará

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